sexta-feira, 25 de setembro de 2015

REALIDADES



Em nossos estudos atuais, podemos verificar o quanto o papel do professor é essencial na alfabetização, sobretudo em oportunizar que todas as crianças tenham vivências de comunicação, de informação e de conhecimento. É aqui que me pergunto: Como desencadear este processo de forma eficaz?




Ao mesmo tempo, como tornar significativo algo padrão que muitas vezes não se identifica com o educando? Estas perguntas fazem parte do cotidiano do professor e o tornam um eterno investigador de processos educativos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

SONHOS
            Na interdisciplina Psicologia, estamos envolvidos com o EGO, SUPEREGO e ID, isto é, estamos refletindo o quanto cada instância interfere ou prepondera nas nossas ações e sentimentos. Ao aprofundarmos o estudo sobre nosso  inconsciente, os sonhos aparecem como sinalizadores do nosso “eu” desconhecido.
                
Sempre pensamos nos sonhos como fantasias. Só que nossas fantasias são geradas por nossos desejos, conscientes ou não. Talvez, lá no fundo, nosso inconsciente queira se manifestar e os sonhos também sirvam para isso.
        Tem pessoas que fazem arte a partir do imaginário presente na mente. A artista Kylie Woon, com a ajuda do programa de edição de imagens Photoshop, cria imagens surrealistas (as duas imagens desta postagem) usando elementos reais em composições lúdicas que se assemelham a sonhos. É uma forma de ilustrar o poder do inconsciente.                       

domingo, 20 de setembro de 2015


                                             MEMÓRIAS

Nossas memórias não são apenas informações guardadas. São experiências vividas e registradas conforme nossas impressões, o que as tornam únicas. Imagens, cheiros, sabores, dores e sentimentos. Nosso passado revive em nossas ações diárias sempre que usamos as lembranças como reforço para a compreensão da nossa existência.

Na interdisciplina Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, tivemos a oportunidade de conhecer o livro “Guilherme Augusto Araújo Fernandes”, escrito por Mem Fox. Livros de literatura infantil sempre me encantam. Este apresenta de forma amorosa para a criança, como cada pessoa guarda as suas memórias e como é cativante compartilhá-las. Outra perspectiva do livro é que ao conviver com os idosos, percebemos o quanto as lembranças constituem o apego às histórias de vida.


“A vida não é a que a gente viveu, e sim a que a gente recorda, e como recorda para contá-la”.
Gabriel Garcia Marques

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

                O bom da infância é ... a vida!

     Como definir a infância? Ah... é uma fase da vida. Uma etapa de descobertas e de construção de conhecimentos, valores e atitudes. Neste contexto, muitas são as mudanças e as construções diárias que o tempo passa e acabamos perdendo de vista a singularidade destes momentos.
     Então, não é apenas uma fase da vida, cada criança é um ser único e, ao mesmo tempo, um ser universal.
  

            Imagens... Cores... Letras... Números...
        Um amontoado de ideias e de revelações. O quanto isso é relevante para uma criança que, neste emaranhado de símbolos, vai construindo seu mundo de comunicação. 
        Neste semestre, a alfabetização é um dos enfoques de estudo. Estou com grandes expectativas de aprendizagem, principalmente para renovar meu olhar de educadora. Ainda não tenho práticas formais de alfabetização. Portanto, já está na hora de vivenciá-las.

domingo, 30 de agosto de 2015

           APRESENTAÇÃO DO WORKSHOP

Muitas vezes uma imagem diz tudo.
Usei a imagem acima para iniciar minha apresentação no workshop. Através dela demonstrei minhas inquietações sobre como o ato de educar pode tornar-se um ato libertador ou, infelizmente, apenas uma padronização de comportamentos. Percebi que, mesmo nestes anos todos de trabalho, ainda busco novas práticas pedagógicas e continuo me incomodando quando não ocorre uma reflexão crítica sobre estas práticas.

Nossa formação é permanente. Temas como educação, relações sociais e cultura andam juntos e mesclam-se em uma teia de diversidades. É preciso não só reconhecê-los, mas principalmente aceitá-los.


ELABORAÇÃO 
DA SÍNTESE REFLEXIVA

Sintetizar é reduzir. Como reduzir, ou melhor, como condensar informações relevantes sobre todas as reflexões realizadas nas interdisciplinas do primeiro semestre? Neste quebra-cabeças de ideias, busquei no retrato da escola o ponto de partida para descrever a trajetória de aprendizagens, onde as interdisciplinas se complementam e esboçam a função da interdisciplina Seminário Integrador.

A partir daí, toda a fundamentação teórica durante o semestre embasou a construção da minha síntese reflexiva. Na “Corporeidade”, lembro-me muito bem do “O direito à ternura” de Restrepo e da conscientização das emoções. Na interdisciplina “Escola, Cultura e Sociedade”, a apresentação da diversidade cultural e o direito à cultura, reafirmados nos textos de Marilena Chauí me fez repensar minha prática. E, para finalizar, na “Escola, Projeto Pedagógico e Currículo”, entre tantas contribuições, a releitura da “Pedagogia da autonomia” de Paulo Freire foi determinante para definir meu perfil de trabalho.