JOGOS E A APRENDIZAGEM
Conhecer
regras, manipular objetos, divertir-se, um universo real ou de faz de conta que
só o brinquedo ou o jogo pode proporcionar. Brincar se estende para a vida,
onde os jogos ensinam e socializam crianças e adultos. É natural que na
infância, os jogos tenham caráter de aprendizado, pois através deles existe a
possibilidade da criança desenvolver estruturas para conhecer e viver sua
realidade.
Ao
falarmos em jogos, é possível afirmar que, em seu sentido integral, o jogo é o
mais eficiente meio estimulador das inteligências. Neste contexto, o jogo pode
se tornar uma ferramenta ideal de aprendizagem do aluno. Nas palavras de
Antunes(1998):
“O
jogo ajuda-o a construir suas novas descobertas, desenvolve e enriquece sua
personalidade e simboliza um instrumento pedagógico que leva ao professor a
condição de condutor, estimulador e avaliador da aprendizagem.” (ANTUNES, 1998, p.36)
Em outras épocas, a brincadeira e o jogo pedagógico eram separados, na escola, da atividade “séria”. Hoje a
maioria dos estudiosos compreende a questão lúdica como um momento de entusiasmo
e alegria na concepção do mundo, isto é, como uma proposta de estímulo ao interesse
do aluno. Assim, no desenvolvimento cognitivo, os jogos oportunizam à criança
um tipo de atividade que lhe permita manifestar-se de uma forma mais completa,
explorando suas potencialidades.
Portanto, o jogo pode ser
considerado uma metáfora da vida, pois o seu espaço permite que a criança (e
até mesmo o adulto) realize tudo o que deseja. Desta forma, socialmente, o jogo determina o controle dos impulsos enquanto as regras são aceitas, com verdadeiros desafios de viver o conhecimento, embora diversificado.
REFERÊNCIAS:
ANTUNES, Celso. Jogos para a
estimulação das inteligências múltiplas. Petrópolis: Vozes, 1998.



