sexta-feira, 27 de maio de 2016


JOGOS E A APRENDIZAGEM

Conhecer regras, manipular objetos, divertir-se, um universo real ou de faz de conta que só o brinquedo ou o jogo pode proporcionar. Brincar se estende para a vida, onde os jogos ensinam e socializam crianças e adultos. É natural que na infância, os jogos tenham caráter de aprendizado, pois através deles existe a possibilidade da criança desenvolver estruturas para conhecer e viver sua realidade.

Ao falarmos em jogos, é possível afirmar que, em seu sentido integral, o jogo é o mais eficiente meio estimulador das inteligências. Neste contexto, o jogo pode se tornar uma ferramenta ideal de aprendizagem do aluno. Nas palavras de Antunes(1998):

“O jogo ajuda-o a construir suas novas descobertas, desenvolve e enriquece sua personalidade e simboliza um instrumento pedagógico que leva ao professor a condição de condutor, estimulador e avaliador da aprendizagem.” (ANTUNES, 1998, p.36)

Em outras épocas, a brincadeira e o jogo pedagógico eram separados, na escola, da atividade “séria”. Hoje a maioria dos estudiosos compreende a questão lúdica como um momento de entusiasmo e alegria na concepção do mundo, isto é, como uma proposta de estímulo ao interesse do aluno. Assim, no desenvolvimento cognitivo, os jogos oportunizam à criança um tipo de atividade que lhe permita manifestar-se de uma forma mais completa, explorando suas potencialidades.

Portanto, o jogo pode ser considerado uma metáfora da vida, pois o seu espaço permite que a criança (e até mesmo o adulto) realize tudo o que deseja. Desta forma, socialmente, o jogo determina o controle dos impulsos enquanto as regras são aceitas, com verdadeiros desafios de viver o conhecimento, embora diversificado.

                                                                                                                    
REFERÊNCIAS:

ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das inteligências múltiplas. Petrópolis: Vozes, 1998.

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