quarta-feira, 15 de julho de 2015




Nosso Workshop de Avaliação

Eu, minhas colegas, a Tutora Gi e as Professoras Cíntia e Carmen
       Foi uma noite muito especial. Compartilhar com as colegas e as professoras os relatos preparados nas apresentações foi, no mínimo, emocionante. Durante o semestre, trabalhamos temas como cultura, aprendizagem, projeto político pedagógico, sociedade, corporeidade, diversidade e tantos outros que, no final, todas falavam a mesma linguagem, a da educação.
      Agradeço ao grupo, às tutoras, aos professores e em especial à Professora Cíntia que, além de nos acolher de forma generosa, desacomodou a emoção e a razão presente em cada um de nós. 

terça-feira, 14 de julho de 2015

                       Conhecer...  e   Viver!
                                      
 
Somos movidos por nossas percepções e sensações. Nossos sentidos recebem e transmitem informações através do nosso corpo e nos fazem reconstruir aprendizagens passadas dando um nova roupagem aos nossos conhecimentos. O envolvimento é fundamental. Atenção, curiosidade e predisposição necessitam caminhar juntas, para fortalecer nossas experiências e tornar a corporeidade consciente na concretização da aprendizagem.
       Na escola, um emaranhado de relações humanas ocorre intensamente. Alunos, professores, funcionários, todos com tarefas, propostas e planejamentos a serem cumpridos. Em meio a isso tudo, a vida acontece e exige que as emoções, os sentidos e as memórias vividas por cada um achem seu lugar e participem da construção de sua aprendizagem.


       A Educação é um processo

      A realidade em que vivemos é complexa. Para compreendê-la, buscamos práticas que situem os alunos e que os façam atuar neste contexto. Como professores, pesquisamos, planejamos e usamos métodos educativos para atender a demanda da escola. Mas até que ponto somos autores destas práticas, quando muitas vezes apenas reproduzimos e seguimos uma receita pronta de uma aula programada?
       Pensando nisto, segue uma frase do filósofo e pedagogo norte-americano John Dewey: “Educação não é uma questão de falar e ouvir, mas um processo ativo e construtivo.”

      Então, enquanto tivermos dúvidas e procurarmos respostas, estamos no caminho certo...

                                       

segunda-feira, 13 de julho de 2015



            Quando organizamos um conjunto de trabalhos realizados pelo aluno durante um certo período, como o ano letivo, por exemplo, estaremos demonstrando a trajetória de sua aprendizagem. 
         A partir de critérios qualitativos de escolha, com a participação do aluno, essa coleção de produções (Portfólio de Aprendizagem) pode se transformar em um instrumento concreto de avaliação.





Experimentando...

     Como educadora, percebo o quanto o ato de ensinar vem carregado de intenções, sejam elas fruto de nossa formação ou de convicções estabelecidas pela experiência diária com as mudanças. Sobre elas, a frase acima, de Paulo Freire, nos faz refletir quando, na gangorra das relações, paciência e impaciência vão se equilibrando e nos movendo para as mudanças!


sábado, 4 de julho de 2015

Cultura digital é tema de debate em Paris




“Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos, mas o que modifica o jeito de olhar e de ouvir.”     
               José Paulo Paes
                                         
         Falar em cultura é falar em diversidade. Nesses últimos anos, muito se tem discutido sobre incluir e adaptar diferenças, valorizar e integrar a todos em uma escola igualitária.  A aceitação do multiculturalismo, principalmente na escola, constitui uma estratégia para lidar com as diferenças e promover nos estudantes, o desenvolvimento de habilidades, atitudes e conhecimentos necessários para atuar em qualquer meio social.
      A partir das leituras direcionadas pelo curso de Pedagogia, principalmente no enfoque “escola e sociedade” foi possível contextualizar melhor as estratégias adotadas pela escola onde trabalho, procurando atender  às demandas da comunidade onde está inserida. O embasamento teórico é muito importante, pois nos dá alicerce para concretizar nossas ações, principalmente porque nos faz repensar as funções do processo educacional.
        Não dá para viver alheio às novidades, nem isolado das transformações da sociedade. É preciso se apropriar de novas ideias, novas intenções, novos questionamentos... É preciso um novo jeito de olhar,  ouvir, sentir...