domingo, 27 de setembro de 2015

Um mito da Educação :
“A função mais importante da escola é formar cidadãos”

Dimensões extracurriculares são essenciais para inserir os alunos e ensiná-los para a cidadania. Mas não podemos desvalorizar a cultura escolar. Atividades básicas como a alfabetização e o ensino dos conteúdos das disciplinas não podem ficar em segundo plano. É preciso uma articulação na escola para que os professores possam dar conta do currículo e, com a colaboração da comunidade (espaços culturais, associações comunitárias), sejam criadas condições para uma Educação integral.
Para enfatizar esta ideia, a fala do educador português e reitor da Universidade de Lisboa, ANTÓNIO NÓVOA:
“As aprendizagens escolares são uma condição fundamental da cidadania. Ninguém é cidadão, de corpo inteiro, se não conhecer a língua e a história, a matemática e as ciências, a filosofia e as artes”.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

REALIDADES



Em nossos estudos atuais, podemos verificar o quanto o papel do professor é essencial na alfabetização, sobretudo em oportunizar que todas as crianças tenham vivências de comunicação, de informação e de conhecimento. É aqui que me pergunto: Como desencadear este processo de forma eficaz?




Ao mesmo tempo, como tornar significativo algo padrão que muitas vezes não se identifica com o educando? Estas perguntas fazem parte do cotidiano do professor e o tornam um eterno investigador de processos educativos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

SONHOS
            Na interdisciplina Psicologia, estamos envolvidos com o EGO, SUPEREGO e ID, isto é, estamos refletindo o quanto cada instância interfere ou prepondera nas nossas ações e sentimentos. Ao aprofundarmos o estudo sobre nosso  inconsciente, os sonhos aparecem como sinalizadores do nosso “eu” desconhecido.
                
Sempre pensamos nos sonhos como fantasias. Só que nossas fantasias são geradas por nossos desejos, conscientes ou não. Talvez, lá no fundo, nosso inconsciente queira se manifestar e os sonhos também sirvam para isso.
        Tem pessoas que fazem arte a partir do imaginário presente na mente. A artista Kylie Woon, com a ajuda do programa de edição de imagens Photoshop, cria imagens surrealistas (as duas imagens desta postagem) usando elementos reais em composições lúdicas que se assemelham a sonhos. É uma forma de ilustrar o poder do inconsciente.                       

domingo, 20 de setembro de 2015


                                             MEMÓRIAS

Nossas memórias não são apenas informações guardadas. São experiências vividas e registradas conforme nossas impressões, o que as tornam únicas. Imagens, cheiros, sabores, dores e sentimentos. Nosso passado revive em nossas ações diárias sempre que usamos as lembranças como reforço para a compreensão da nossa existência.

Na interdisciplina Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, tivemos a oportunidade de conhecer o livro “Guilherme Augusto Araújo Fernandes”, escrito por Mem Fox. Livros de literatura infantil sempre me encantam. Este apresenta de forma amorosa para a criança, como cada pessoa guarda as suas memórias e como é cativante compartilhá-las. Outra perspectiva do livro é que ao conviver com os idosos, percebemos o quanto as lembranças constituem o apego às histórias de vida.


“A vida não é a que a gente viveu, e sim a que a gente recorda, e como recorda para contá-la”.
Gabriel Garcia Marques

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

                O bom da infância é ... a vida!

     Como definir a infância? Ah... é uma fase da vida. Uma etapa de descobertas e de construção de conhecimentos, valores e atitudes. Neste contexto, muitas são as mudanças e as construções diárias que o tempo passa e acabamos perdendo de vista a singularidade destes momentos.
     Então, não é apenas uma fase da vida, cada criança é um ser único e, ao mesmo tempo, um ser universal.
  

            Imagens... Cores... Letras... Números...
        Um amontoado de ideias e de revelações. O quanto isso é relevante para uma criança que, neste emaranhado de símbolos, vai construindo seu mundo de comunicação. 
        Neste semestre, a alfabetização é um dos enfoques de estudo. Estou com grandes expectativas de aprendizagem, principalmente para renovar meu olhar de educadora. Ainda não tenho práticas formais de alfabetização. Portanto, já está na hora de vivenciá-las.