Experimentando...
Como educadora, percebo
o quanto o ato de ensinar vem carregado de intenções, sejam elas fruto de nossa
formação ou de convicções estabelecidas pela experiência diária com as mudanças. Sobre elas, a frase acima, de Paulo Freire, nos faz refletir quando, na gangorra das relações, paciência e impaciência vão se equilibrando e nos movendo para as mudanças!
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ResponderExcluirOlá Anaí!
ResponderExcluirEmbora a expressão 'paciência e impaciência' pareça antagônica, essas duas posturas são complementares e devem estar interligadas. É o que explica Sonia Couto: "Freire dizia que a esperança não é espera, portanto o verbo equivalente a ela não é esperar e sim esperançar. A espera imobiliza, assim como a paciência, quando se faz ingênua. Tão necessária quanto a esperança sem espera, a paciência precisa ser impaciente e nos mover em direção à mudança. A paciência é necessária, para que não se adote posturas sectárias, anti-dialógicas, intransigentes, mas ela deve causar inquietação, de modo que se perceba o momento e a forma de agir. A Educação, seja na escola, seja a dos pais, precisa desta dualidade sob pena de, ou cair no ativismo, ou no imobilismo".
Abr@ço!