Na
escola, a Literatura Infantil era comprometida com o ato de ensinar e
estabelecer comportamentos. Aos poucos, o olhar do adulto enxergou uma nova
criança, com outras perspectivas de compreensão do mundo. A literatura, então,
vem incentivar os questionamentos, com um tempero de fantasia que faz a criança
experimentar personagens, sem perder de vista sua identidade social.
A
leitura promove construção do senso crítico através de uma viagem pela fantasia.
Com este foco, a Literatura Infantil permeia vivências e construções de
pensamentos que favorecem o desenvolvimento saudável da criança. É onde ela
reelabora imagens e emoções no itinerário da vida. Desta forma, a escola pode,
ao promover a convivência com uma leitura prática e dinâmica, dar condições para
que seus alunos interajam nas interpretações da realidade e recriem espaços de
comunicação de suas respostas pessoais.
Ao desenvolver suas sensibilidades durante a leitura na
escola, a criança tem acesso à literatura como forma de experimentação. Ao
interagir com o novo contexto, é possível conhecer e criar novos mundos,
qualificando as palavras ao dialogar com o texto. É neste aspecto que a
proposta do professor deve se situar. Envolver a atividade de leitura com a
magia da compreensão das palavras, onde a ficção faz o indivíduo imaginar a
realidade, compondo outro cenário real. Esta interpretação fica evidente nas
palavras de Barbieri (1999):
“De fato, aquilo que se inventa, aquilo que se
escreve, a literatura, não é verdade, é um outro tipo de verdade. Mas um outro
tipo de verdade que alegra, que qualifica de novidade e prazer a vida comum.”
(BARBIERI, 1999)
REFERÊNCIAS:
BARBIERI, Maria Eunice G. “A literatura na escola e na vida". In: Prefeitura Municipal de Gravataí. Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Teoria & Fazeres: caminhos da educação popular. Gravataí, 1999.

Olá Anái,
ResponderExcluirA leitura mexe coma a imaginação da criança, remetendo-a ao mundo do faz de conta.
Att,
Tutora Rocheli