Na proposta atual do
Seminário Integrador, o “pensar” e o “fazer” estão bem sinalizados quando
refletimos sobre a atuação do professor e o quanto a aprendizagem por Projetos
diversifica a nossa compreensão sobre o conhecimento transitável e a inversão contínua
entre o que sabemos e o que poderemos aprender.
Regras e saberes confirmados
podem ser revistos quando novas vivências do processo de conhecimento emergem
de uma sociedade aprendente. Todos podem e devem experimentar novos
conhecimentos. O professor, impulsionador deste processo, se permite refletir
sobre sua prática e ir além para oportunizar também a reflexão de seu aluno.
Nas palavras de Assmann (1998):
É preciso substituir
a pedagogia das certezas e dos saberes pré-fixados por uma pedagogia da pergunta,
do melhoramento das perguntas e do “acessamento” de informações. Em suma, por
uma pedagogia da complexidade, que saiba trabalhar com conceitos
transversáteis, abertos para a surpresa e o imprevisto. (ASSMANN, 1998, p.33)
Por falar em imprevisto,
talvez seja este o obstáculo que impede a ação de muitos professores, temerosos
de não dar conta de novas propostas. No entanto, a surpresa pode gerar
encantamento e vontade de aprender, inclusive para o professor que precisa se
aventurar nesta rede complexa que o conhecimento vai tecendo.
Portanto, cada educador,
como essência de sua profissão, deve fazer da reflexão uma porta de entrada
para novas experiências na busca de um conhecimento não permanente, mas
passível de novas descobertas que o encantarão como aprendente.
REFERÊNCIAS:
ASSMANN, Hugo. Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.
http://educacao.faber-castell.com.br/professores/trocando-ideias/ensinar-e-aprender-o-processo-de-ensino-e-o-processo-de-aprendizagem/ (Imagem)

Oi Anaí,
ResponderExcluirQuerida, boa sua postagem retoma suas aprendizagens e apresenta uma reflexão sobre os conhecimentos adquiridos. Bjo