NOSSAS LÍNGUAS
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| Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/ninguem-fala-mesma-lingua-alfabetizacao-surdos-inclusao-787415.shtml |
“O silêncio torna-se uma barreira entre surdos e ouvintes, mas a
língua de sinais pode quebrá-la.” (Autor Desconhecido)
O Decreto
Federal nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005 garante, como direito dos alunos
surdos, a educação bilíngue – sendo a
Língua Brasileira de Sinais (Libras) a primeira e a Língua Portuguesa, a
segunda língua. A partir desta referência, é necessário que os educadores reflitam
sobre a importância da comunicação como ferramenta de inclusão.
Um dos desafios
escolares é ensinar Língua Portuguesa para um aluno surdo. Sabe-se que o ponto
de partida, é a criança surda saber a língua de sinais. Na sequência, experiências já feitas confirmam que é preciso
mostrar aos alunos que tudo que é expresso na língua de sinais também pode ser
representado na Língua Portuguesa escrita. Nas palavras de Pereira (2010):
“Outra prática fundamental é a leitura feita pelo professor dos textos
em língua de sinais. É essa leitura que possibilita a atribuição de sentido àquilo que está escrito
no papel em português. Portanto, é necessário que a Língua Portuguesa seja o
tempo todo apresentada e interpretada em Libras. Um trabalho de tradução mesmo.”
(PEREIRA,2010)
No contexto
acima, percebemos que para o professor que tem em sua turma regular um aluno
surdo, saber a língua de sinais permite que ele possa ser o mediador entre as
duas línguas, pois a surdez não torna o indivíduo incapaz de ler e de escrever.
É um trabalho de pesquisa, experimentações
e de aprendizagens, do professor e de
todos os seus alunos.
REFERÊNCIAS:

Oi Anaí,
ResponderExcluirO aluno surdo tem o direito a ter os mesmos recursos que um aluno sem deficiência.
Att,
Tutora Rocheli
Concordo contigo Rocheli. Todo aluno é sempre um aprendiz, independente de ter uma deficiência ou não.
ResponderExcluir