NOVIDADE OU PERMANÊNCIA?
Estamos vivendo condições
culturais contemporâneas marcadas pela incerteza e pela ambivalência. Neste
caldeirão cultural, a mídia e o consumo prevalecem, compondo novos modos de ser
criança e de viver a infância.
As crianças, cada vez
mais cedo, são chamadas a participar da vida social de suas famílias. A
facilidade de obter informações através das mídias e a tecnologia
diversificada, somadas à diminuição da autoridade do adulto compõem a
estruturação da infância pós-moderna.
Que tipo de escola
responderia aos desejos e necessidades dessa sociedade pós-moderna? A escola,
por definição, é um local transformador. Mesmo que a mídia implante valores
para o convívio social, é na escola que a criança vai experimentar a construção
social das relações humanas e poder vivenciar de forma crítica os processos de
identificação. Família e escola precisam estar em sintonia para garantir uma
educação significativa nesta época de incertezas, onde o valor da novidade está
acima do valor da permanência.
Nos estudos da
interdisciplina “Infância(s) de 0 a 10 anos”, mergulhamos na temática Mídia e Consumo e fizemos comparações entre a Modernidade e a Pós- Modernidade. Foi aí
que a leitura das ideias do sociólogo polonês Zygmunt Bauman trouxe uma compreensão maior
sobre o nosso período contemporâneo.



Olá Anaí!
ResponderExcluirSomente a educação pode ajudar nessa ambivalência e inversão de valores que estamos nesse paradigma emergente.
Abr@ço!