sábado, 10 de outubro de 2015


NOVIDADE OU PERMANÊNCIA?

Estamos vivendo condições culturais contemporâneas marcadas pela incerteza e pela ambivalência. Neste caldeirão cultural, a mídia e o consumo prevalecem, compondo novos modos de ser criança e de viver a infância.
As crianças, cada vez mais cedo, são chamadas a participar da vida social de suas famílias. A facilidade de obter informações através das mídias e a tecnologia diversificada, somadas à diminuição da autoridade do adulto compõem a estruturação da infância pós-moderna.


Que tipo de escola responderia aos desejos e necessidades dessa sociedade pós-moderna? A escola, por definição, é um local transformador. Mesmo que a mídia implante valores para o convívio social, é na escola que a criança vai experimentar a construção social das relações humanas e poder vivenciar de forma crítica os processos de identificação. Família e escola precisam estar em sintonia para garantir uma educação significativa nesta época de incertezas, onde o valor da novidade está acima do valor da permanência.


Nos estudos da interdisciplina “Infância(s) de 0 a 10 anos”, mergulhamos na temática Mídia e Consumo e fizemos comparações entre a Modernidade e a Pós- Modernidade. Foi aí que a leitura das ideias do sociólogo polonês  Zygmunt Bauman trouxe uma compreensão maior sobre o nosso período contemporâneo.


Um comentário:

  1. Olá Anaí!
    Somente a educação pode ajudar nessa ambivalência e inversão de valores que estamos nesse paradigma emergente.
    Abr@ço!

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