domingo, 20 de novembro de 2016

Gravataí, década de 1960



História do nosso espaço




É importante conhecer o lugar, a cidade ou a aldeia onde se vive, para saber bem o que se deve por ele (ela) fazer, para melhor para todos! Portanto, reconhecer-se no lugar para nele identificar-se e situar-se com qualidade de vida é o processo a ser seguido. (BARROSO, 2011, p.27)





A citação acima me fez refletir o quanto é necessário buscar os significados que compõem o nosso espaço de vivências, no caso, o município de Gravataí onde vivo. Assim, conhecer nossas raízes aumenta a compreensão das relações presentes em nosso espaço e favorecem nossa busca pela cidadania.
Toda esta reflexão foi motivada pela proposta da construção de um portfólio, solicitada pela interdisciplina Representação do Mundo pelos Estudos Sociais. Como o tema era livre, minha escolha foi sentimental, visto que moro desde que nasci na “Aldeia dos Anjos”, isto é, em Gravataí.
Entre minhas pesquisas, um dado me surpreendeu: “Em sessenta anos, de 1950 a 2010, a população do município multiplicou por dez”. É fato que, como nasci na década de 1960, venho acompanhando estas transformações, mas não havia me detido ainda em quantificá-las, o que me despertou curiosidade em aprofundar mais este tema.
Assim, compreender a dinâmica do município, passado e presente delineando o futuro, será um dos objetivos de meu portfólio, embora, talvez, algumas memórias afetivas acabem prevalecendo nas minhas escolhas dos documentos relevantes a serem registrados.

REFERÊNCIAS:
BARROSO, V. L. M. Gravataí: lugar de memórias. In: JACHEMET, C. S.; BARROSO, V. L. M. (org.) Raízes de Gravataí: memória, história e cidadania. Gravataí: Prefeitura Municipal: Casa dos Açores do Rio Grande do Sul; Porto Alegre: EST: Evangraf, 2011.

https://enquantoissonaaldeia.wordpress.com/category/resgatando-o-passado/

Nenhum comentário:

Postar um comentário