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| Gravataí, década de 1960 |
História do nosso espaço
É importante conhecer o lugar, a cidade ou a aldeia
onde se vive, para saber bem o que se deve por ele (ela) fazer, para melhor
para todos! Portanto, reconhecer-se no lugar para nele identificar-se e
situar-se com qualidade de vida é o processo a ser seguido. (BARROSO, 2011,
p.27)
A citação acima me
fez refletir o quanto é necessário buscar os significados que compõem o nosso
espaço de vivências, no caso, o município de Gravataí onde vivo. Assim,
conhecer nossas raízes aumenta a compreensão das relações presentes em nosso
espaço e favorecem nossa busca pela cidadania.
Toda esta reflexão
foi motivada pela proposta da construção de um portfólio, solicitada pela interdisciplina
Representação do Mundo pelos Estudos Sociais. Como o tema era livre, minha
escolha foi sentimental, visto que moro desde que nasci na “Aldeia dos Anjos”,
isto é, em Gravataí.
Entre minhas
pesquisas, um dado me surpreendeu: “Em sessenta anos, de 1950 a 2010, a
população do município multiplicou por dez”. É fato que, como nasci na década
de 1960, venho acompanhando estas transformações, mas não havia me detido ainda
em quantificá-las, o que me despertou curiosidade em aprofundar mais este tema.
Assim, compreender a
dinâmica do município, passado e presente delineando o futuro, será um dos
objetivos de meu portfólio, embora, talvez, algumas memórias afetivas acabem
prevalecendo nas minhas escolhas dos documentos relevantes a serem registrados.
REFERÊNCIAS:
BARROSO, V. L. M.
Gravataí: lugar de memórias. In: JACHEMET, C. S.; BARROSO, V. L. M. (org.)
Raízes de Gravataí: memória, história e cidadania. Gravataí: Prefeitura
Municipal: Casa dos Açores do Rio Grande do Sul; Porto Alegre: EST: Evangraf,
2011.
https://enquantoissonaaldeia.wordpress.com/category/resgatando-o-passado/

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