domingo, 24 de março de 2019


REFLEXÕES


Retornando com minhas reflexões no portfólio, agora em 2019, percebo que toda a caminhada de estudos e de práticas culminaram em um perfil que vai além de um estereótipo que compõe a formação de um professor. Como é o último semestre do curso de pedagogia, a responsabilidade de um fechamento conclusivo é toda minha, o que me impulsiona a dialogar profundamente com minhas aprendizagens.

Ser aluna do PEAD proporcionou desafios e novas experiências, sobretudo na compreensão da Educação de Jovens e Adultos durante meu estágio, tanto nos processos educativos escolares quanto nos não escolares. Então, chegar ao final do curso, inevitavelmente, nos direciona para uma retrospectiva, um olhar para as vivências pedagógicas do curso e para as práticas desenvolvidas a partir de nossos planejamentos.

Em qualquer modalidade de ensino, ser professor exige técnica e sensibilidade para interagir e também aprender. Vivemos em uma sociedade carregada de mudanças, onde a escola é ao mesmo tempo um espaço e um caminho para novas aprendizagens. Fazer parte deste processo torna o professor um agente de transformação na medida em que supera seus próprios preconceitos ao permitir que seus alunos também ingressem nos processos de mudanças ao construírem novos conhecimentos.

Sendo assim, precisamos acreditar na educação como um espaço de desenvolvimento de potencialidades humanas, muito evidenciado nas práticas da EJA que visam superar a exclusão, bem como nas palavras de Brandão (2002, p. 168): “O mundo em que vivemos pode e deve ser transformado continuamente em algo melhor, mais justo e mais humano.”

REFERÊNCIAS:

BRANDÃO, C. R. A educação popular 40 anos depois. In: BRANDÃO, C. R. Educação popular na escola cidadã. Petrópolis: Vozes, 2002.


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