TER PRAZER EM APRENDER
Como
tornar uma aula prazerosa? Como despertar e contemplar as curiosidades dos
alunos? São perguntas diárias que transbordam do planejamento de um professor.
Traz, também, uma necessidade de repensar o papel do lúdico na aprendizagem.
Toda
vez que abrimos espaços entre os objetivos da aula para uma aprendizagem
globalizada, deixamos que outros aspectos da cultura humana sejam explorados
nas atividades. Os jogos, as brincadeiras de palavras, as dramatizações, tudo
pode funcionar como coadjuvante de um conteúdo ou protagonista de atitudes.
Quando se brinca, também se aprende, pois vivenciamos expectativas que constroem
nossa realidade.
Neste
aspecto real, a escola continua sendo um local de expectativas para seus
alunos, pois cada dia pode ser diferente desde que o entusiasmo pela
aprendizagem se concretize. Nas palavras de Almeida (1995, p. 41):
A
educação lúdica contribui e influencia na formação da criança, possibilitando
um crescimento sadio, um enriquecimento permanente, integrando-se ao mais alto
espírito democrático enquanto investe em uma produção séria do conhecimento. A
sua prática exige a participação franca, criativa, livre, crítica, promovendo a
interação social e tendo em vista o forte compromisso de transformação e
modificação do meio. (ALMEIDA, 1995, p. 41).
Conforme
a visão acima, precisamos estabelecer relações entre o lazer e as atividades
educativas, pois o indivíduo é único, integrado com a razão e a emoção.
Aprender significa incorporar algo novo, que só se efetivará se tiver um
significado na vida do aluno, o que nos remete a compreender como associar de
forma produtiva, as atividades lúdicas no processo de aprendizagem escolar.
REFERÊNCIAS:
ALMEIDA,
Paulo Nunes de. Educação lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. São Paulo:
Loyola, 1995.

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